A foi notícia veiculada ontem, 13/07/2010, no jornal Folha de São Paulo, no caderno "Mundo". Para quem tem acesso ao UOL ou é assinate do jornal, leia a íntegra aqui. Para quem não tem esse acesso, você pode lê-la no blog do Antônio da Igreja, onde ela foi replicada.
Mudança de marca é quase sempre um assunto polêmico. No mínimo, mexe com o emocional das pessoas, especialmente quando se trata de uma marca antiga.
No caso específico da Associação Cristã de Moços, ACM no Brasil, ou Youth Men's Christian Organization, YMCA nos Estados Unidos e demais países de língua inglesa, em que a sigla é internacionalmente conhecida, famosa, e literalmente cantada em verso na música de nome YMCA do grupo Village People, a mudança para "Y" me soa muito estranha, e me deixa a pensar e temer que haja possíveis fundamentos reacionários, quiçá homofóbicos, para fazerem isso.
Assista aqui ao videoclipe origina da música YMCA com o grupo Village People!
(Infelizmente não há permissão para incorporar o vídeo.)
Não me parece inteligente, nem mesmo "mais caloroso" como declarou a vice-presidente de marketing da entidade. Muito mais "genuíno" e "receptivo" seria se adotassem a música do Village People como um hino secular, cuja letra, inclusive, reforça os objetivos da associação, declarando como um jovem se sentirá ao fazer parte dela.
Obviamente minha opinião não vale nem um centavo de dólar para a Y, apesar da desvalorização da moeda americana. Mas poder compartilhá-la e colocar em discussão a questão é um direito do qual não abro mão.
Qual a sua opinião?